Passos Coelho é um campeão

Pedro Passos Coelho quer facilitar os despedimentos. Para o desenvolvimento económico do País, para a competitividade, para dar maior flexibilidade ao mercado de trabalho. Até quer despedir o termo "justa causa" da Constituição!..
Há ou não há uma crise de desemprego sem precedentes neste país? É ou não é verdade que a OCDE prevê que, no final do ano, estarão sem trabalho 650 mil portugueses? E isto não significa quase 12% de população activa sem produzir? Não teremos famílias e famílias a viver do Estado, dos subsídios de desemprego, e a consumir muito pouco do que o mercado tiver para vender? Isso não é, inevitavelmente, calamitoso?
E as empresas que, nos últimos três anos, puseram na rua 210 mil trabalhadores? Tiveram alguma dificuldade em fazê-lo? Não chegaram a Tribunal de Trabalho com argumentos tão vagos quanto o das "dificuldades conjunturais" ou o da "necessidade de redimensionamento"? Não conseguiram os

A viola do dia

Um duelo divertido de guitarras eléctricas: Carlos Santana, Jeff Beck e Steve Lukather. Peço desculpa pelo corte abrupto no final do vídeo

 

A viola do dia

No tempo da televisão a preto e branco o professor Duarte Costa – com uma viola cujos carrilhões de afinação bem precisavam de um bocadinho de óleo – mostra as suas habilidades numa espécie de “pot pourri” de clássicos.

 

Como acabar com este atraso de vida

Parece que se discute agora a obrigatoriedade da disciplina da Educação Sexual nas escolas. É um assunto obviamente delicado mas, convenhamos, também é coisa do século passado. Quando fui aluno do secundário, há mais de 30 anos, projectava-se a existência de uma disciplina desse tipo. Ao fim deste tempo todo estamos exactamente no mesmo sítio, a discutir se sim, se não. Um atraso de vida, constata-se.
A famosa reforma educativa de Maria de Lurdes Rodrigues, espremida, não significava mais do que arranjar maneira de reduzir as despesas do Estado com a educação pública. O resto, imaginativo, erudito e hipócrita, era um exercício de malabarismo para defender, ideológica, legal e pedagogicamente, a odisseia. Quantos

A viola do dia

Michael Newman toca, de forma impecável, Bach.

 

A viola do dia

Outra vez o miúdo sul-coreano, Sungha Jung. Ele aqui toca um tema do filme “Piratas das Caraíbas”… O puto é incrível!

 

A viola do dia

Paco Pena foi um ídolo nos anos 70 e 80, sobretudo depois de ir viver para Londres. A divulgação do flamenco deve-lhe muito.

 

A viola do dia

Abadi el-Johar Tqasim Oud, julgo que é este o nome deste grande artista do alaúde que prova como nós, da Península Ibérica, estamos mesmo muito próximos da sensibilidade árabe do norte de África.

 

A vIola do dia

Pedro Jóia, um amigo de Portugal, gravou esta versão “flamencada” do tema “Verdes Anos” do nosso Carlos Paredes. Isto gerou uma discussão entre os que acham estarmos perante um atentado a Paredes e à sua música e os que adoraram esta experiência pouco canónica.

 

O caixão de Gabriela Canavilhas

O Estado tem de subsidiar alguma actividade artística. Porquê? Para satisfazer os prazeres caros de meia dúzia de elitistas? Não. O motivo é muito mais pragmático e, talvez, igualmente um pouco cínico.
Um país perde competitividade se não tiver actores, músicos, cantores, escritores, encenadores, pintores, escultores, bailarinos e cineastas que trabalhem e produzam regularmente, de forma a que surjam de vez em quando alguns cidadãos que façam parte do topo mundial da criação artística.
Portugal seria materialmente mais pobre, menos interessante, menos apelativo se não tivesse para oferecer ao mundo o prestígio, a referência, os nomes, os trabalhos e as obras de José Saramago, Manoel de