Jornal 24 Horas passa a formato de revista

O actual jornal 24 Horas vai passar a ter uma nova versão, em formato de revista. A publicação estará nas bancas a 27 de Abril.Em declarações à Lusa, o director da publicação, Pedro Tadeu, explicou que a revista terá uma campanha publicitária em televisão, rádio e imprensa, com o objectivo de «explicar as mudanças aos leitores».

As alterações no 24 Horas passam pelo papel. A nova versão será impressa em papel de 49 gramas, sendo composta por 48 páginas de segunda a quinta-feira, 64 à sexta-feira e, ao fim-de-semana a revista terá 96 páginas.

Pedro Tadeu explicou ainda que a mudança pretende oferecer «uma publicação de melhor qualidade», «mais divertida», «profunda», «mais fácil de ler e mais inteligente».

A mudança do jornal para formato de revista não tem o objectivo de poupar, mas sim aumentar as receitas de venda em banca.

in Portugalmail, 17 de Abril de 2009

Souto Moura não levanta os braços


O ex-presidente Jorge Sampaio pintou um retrato incompleto do Procurador-Geral da República quando, numa entrevista publicada no DN em vésperas da tomada de posse de Cavaco Silva, definiu José Souto Moura como um homem sério: pudemos verificar que o magistrado é, pelo contrário, uma pessoa muito afável e sorridente.

A beatificação do Pedro Tadeu

Falta pouco para que o ex-comunista Pedro Tadeu seja beatificado, como mártir da Liberdade de Imprensa. É bem feito, para um País que tem um sindicato de jornalistas cujo presidente é comunista, um clube de jornalistas onde pontificam ex-comunistas e assessores que já deixaram o jornalismo há muito bem, e uma classe jornalística que rasteja mais baixo do que a barriga de um crocodilo.
in Máquina Zero, 22 de Fevereiro de 2006

Um conto de fadas

Eduardo Pitta expõe uma ideia esclarecedora: se a operação policial que foi sujeito o 24 Horas se tivesse passado com um jornal “sério”, teria caído o Carmo e a Trindade. Tenho, sobre este assunto, uma historieta lateral.

Polícia invade jornal 24horas

Como o 24horas noticiou a invasão, rusga e apreensão de computadores na sua redacção e na casa do jornalista Jorge Van Krieken, efectuadas em 15 de Fevereiro de 2006,  na sequência do escândalo Envelope 9


PJ/24Horas: redacção do jornal «é um local sagrado»

Director estranha buscas da PJ.
Continuará a publicar «o que for verdade»



Pedro Tadeu, director do 24 Horas, disse ao PortugalDiário que não é claro se foi ou não constituído arguido. «Não houve nenhuma formalização no sentido de ter sido constituído arguido», explicou, «mas o mandato de busca referia-se a nós como arguidos».

Tadeu diz que vai continuar

Pedro Tadeu, director do 24 Horas, disse ao PortugalDiário que não é claro se foi ou não constituído arguido. «Não houve nenhuma formalização no sentido de ter sido constituído arguido», explicou, «mas o mandato de busca referia-se a nós como arguidos».
Pedro Tadeu, o jornalista Joaquim Eduardo Oliveira e o repórter free-lancer Jorge Van Kriken, terão sido constituídos arguidos no âmbito do caso do «envelope 9».

Joaquim Oliveira, Van Kriken e Pedro Tadeu constituídos arguidos

Jornalistas e director do «24 Horas» constituídos arguidos.
Joaquim Eduardo Oliveira, Jorge Van Kriken e Pedro Tadeu foram constituídos arguidos por «acesso indevido a dados pessoais», na sequência das buscas efectuadas ao início da tarde na sede do «24 Horas», em Lisboa. Durante a busca, que durou cerca de duas horas, as autoridades apreenderam o computador de Joaquim Eduardo Oliveira. O jornalista e um técnico informático do jornal acompanharam os investigadores até às instalações da PJ, onde será feita uma cópia do disco rígido do computador, que ficará selada e à guarda de um juiz. (A democracia segue dentro de momentos).
in "Do Melhor", em 15 de Fevereiro de 2006

Envelope 9: director do 24horas e dois jornalistas constituídos arguidos

O director do jornal "24 Horas", Pedro Tadeu, e os jornalistas Joaquim Eduardo Oliveira e Jorge Van Krieken, que escreveram notícias sobre os registos de chamadas telefónicas de várias figuras de Estado apensas ao processo Casa Pia, foram constituídos arguidos. Os jornalistas são acusados de "acesso indevido a dados pessoais".

O caso complica-se

“The plot thickens”, diriam os ingleses… Estou a falar do caso do “Envelope 9” momentaneamente esquecido dos media por causa das eleições, mas que não tardará a voltar à baila. Na sexta-feira, em plena “gran finale” eleitoral, Souto Moura foi à Comissão Parlamentar e explicou-se como pôde. Saiu-se relativamente bem - a avaliar pelas suas declarações, houve mais descaso, confusão e inabilidade do que dolo propriamente dito; mas vamo-nos apercebendo de que as coisas estão longe de estar explicadas - e provavelmente nunca estarão, até porque não é habito dos brandos costumes condenar alguém pelas trapalhadas no aparelho de Estado.