Nascemos em 1963. Ele acreditava na inteligência e na imaginação. Eu acredito na inteligência e na imaginação. Ele acreditava em Deus. Eu acredito que desaparecemos no pó, sem mais nada a seguir.
Ele parecia um milionário do futuro, fadado para o êxito. Eu parecia um idealista lírico, condenado a revolucionar o futuro. Sim, futuro era aqui palavra-chave: tínhamos, sem dúvida, futuro e isso é uma alegria infinita. Ríamos, portanto, bastante...