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Como Manuel Forjaz mudou os jornais portugueses

A morte de Manuel Forjaz comoveu-me. A morte de Manuel Forjaz comoveu milhares de portugueses. Estes conheciam-no pela vivacidade alegre com que explicava o seu caminho por um corredor da morte chamado cancro do pulmão. Eu conheci-o quando ele administrou, com uns 30 anos de idade, um jornal onde fui chefe de redação: o vespertino A Capital.
Nascemos em 1963. Ele acreditava na inteligência e na imaginação. Eu acredito na inteligência e na imaginação. Ele acreditava em Deus. Eu acredito que desaparecemos no pó, sem mais nada a seguir.

Ele parecia um milionário do futuro, fadado para o êxito. Eu parecia um idealista lírico, condenado a revolucionar o futuro. Sim, futuro era aqui palavra-chave: tínhamos, sem dúvida, futuro e isso é uma alegria infinita. Ríamos, portanto, bastante...