Um clássico: Paco de Lucia, Al Di Meola e John Mclaughlin a tocar "Mediterranean Sundance".
A viola do dia
Julian Lennon (filho de John Lennon, dos The Beatles) e o seu amigo James Scott Cook promovem uma campanha para uma fundação de combate ao lúpus. Fizeram uma canção para o efeito, chamada Lucy. Julian esteve na origem da criação de um tema famosos dos The Beatles - "Lucy In The Sky With Diamonds" - quando, aos quatro anos, fez um desenho sobre a sua amiga Lucy. Essa amiga de infância de Julian morreu há pouco tempo, aos 46 anos, por causa da doença. Cook teve uma avó, também chamada Lucy, também doente de lúpus, que morreu aos 96 anos. Essa é a história que aqui se conta, seguida da canção.
Os tempos antes do CD
Entre as 20 ou 30 gravações de discos compactos disponíveis no mercado nada havia, nessa altura, de Xutos & Pontapés, mas tínhamos, de facto, qualquer coisa a soar a “música laser”: Vangelis. Era música terrível, ainda por cima impossível de dançar, mas... era o que havia. Uns 15 anos depois desconfiei que António Guterres passou por esse “evento”, quando o vi na TV a subir a um palanque, aplaudido pela multidão, ao som dessa “música laser”.
Os Xutos & Pontapés nasceram, portanto, antes da época da “música laser”, venceram nela e vencem na época do mp3. O Vangelis, não. Qual é o segredo dos Xutos? Fácil, leiam por exemplo esta letra: “Se isto não te diz nada/Olha para a rapaziada/Vê a vida que o povo tem/Vê a vida que o povo tem/Vê a vida que o povo tem”. Pronto, é só ver a vida que o povo tem e, depois, escrever uma canção.
A viola do dia
Hoje são seis violas. Trata-se do duo Siqueira/Lima (que já mostrei aqui) a acompanhar outros músicos participantes no último Brazilian Music Institute, que anualmente é organizado por Welson Tremura em Gainesville, Florida, nos Estados Unidos da América. Para além de Cecília Siqueira, Fernando Lima e Welson Tremura, tocam ainda Juan Cendan, Sílvio dos Santos e Dan McCoy. Larry Crook bate o pandeiro. A composição é de Dilermando Reis.
Bronca com Jorge Lima Barreto
Quando fui para a redacção escrever só tinha uma preocupação: reproduzir fielmente e com rigor todo o jargão complicado de Lima Barreto, batalha vencida a golpes de dicionários especializados e incursões arrojadas no arquivo do jornal. No fim, para amenizar, lá pus um texto pequeno sobre o novo instrumento do Vítor Rua. No dia seguinte recebi um telefonema. Era Lima Barreto. “Então, gostou da entrevista?”, perguntei. Do lado de lá a voz ironizava: “Estava óptima, estava até muito bem mas, francamente, ter posto o Vítor Rua agarrado ao bife é que não me parece coisa razoável...” Fui ver e... nem queria acreditar. A tal guitarra tinha um nome bastante simples: era um “stick” que em inglês significa também pau, vara, bengala, bastão, etc. Mas o que é que o Tadeu escreveu, pelo menos uma dezena de vezes, no meio da sua baralhação de termos e conceitos complicados? Nada mais, nada menos que Vítor Rua tocava “steak”, ou seja, e realmente, bife... E ainda perorava sobre os extraordinários sons que saíam do tal “bife”. Que vergonha!
A viola do dia
A viola do dia
A viola do dia
Este é Peter Ciluzzi, a tocar “Nocturne”, em outro exemplo de utilização de técnicas pouco habituais. O músico pode ser encontrado aqui
AMANHÃ: LI JIE
A viola do dia
A viola do dia
A viola do dia
A viola do dia
A viola do dia
Dominique Frasca é um músico experimentalista, de Nova Iorque, que aqui toca, em primeiro lugar, uma viola de 10 cordas (mexendo nela como se fosse um piano, isto é, com as duas mãos “a teclar”) e, em segundo lugar, uma viola de seis cordas, preparada.
AMANHÃ:
NARCISO YEPES
A viola do dia
Hoje volto à guitarra portuguesa, e apresento uma gravação antiga da RTP 2 com o então ainda “puto” Ricardo Rocha. É pena a qualidade de som…
AMANHÃ:
DOMINIC FRASCA
A viola do dia
RICARDO ROCHA
A viola do dia
AMANHÃ: TOQUINHO
A viola do dia
O Cuarteto de Guitarras Aranjuez fez um arranjo com o tema principal da série televisiva “The Simpsons”. Está óptimo, apesar da captação de som não ser famosa.
AMANHÃ: ANDRÉS SEGÓVIA


