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Vejam as cores que eu tenho

Guarda-rios2  Este é um guarda-rios fotografado por um português que se identifica como “Faísca” e que tem uma espectacular galeria de imagens de pássaros, Pode ser vista aqui. Charles Darwin, se no tempo dele tivesse uma máquina fotográfica, não faria certamente melhor.

O amor à bandeira é muito bonito

OlegIgorinOleg Igorin é um fotógrafo de moda e publicidade, nascido e criado em Nova Iorque. Pode ser visitado aqui. Este é um trabalho com uma modelo chamada Ioanna e é também mais uma demonstração de que uma das razões porque os Estados Unidos lideram o mundo está nesta permanente exaltação que a sua sociedade faz dos seus símbolos unificadores e identificadores. Uma maçada para os europeus, que já não acham graça nenhuma a coisas como bandeiras, hinos, pátrias… a não ser quando se trata de futebol, claro… Mas já estou a estragar a fotografia com tanta parvoíce.

O mundo é mais simples do que parece

Edgar Martins
Edgar Martins nasceu português, em Macau, estudou e vive em Londres e é habitualmente apresentado como um dos fotógrafos mais influentes da actualidade. Tem uma notável capacidade para depurar a realidade em composições de geometria linear. Gosta da luz e gosta do negro. É um esteta.

Ai esta televisão que eu amo!

É só para recordar que hoje é Dia Mundial da Televisão.

Bad-Television-Reception-35293Este é um trabalho de Photoshop assinado por AZRainam
para um concurso do site FreakingNews.com

Mas onde é que está o Liu?

Liu Bolin 5
Um artista chinês está a deixar os internautas parvos com o efeito visual que consegue na série de fotografias intituladas “Camuflagem”. Liu Bolin tem 35 anos, nasceu em Shandong, na China, e percorre o mundo para se fotografar coberto de tintas que o fazem ficar “embrulhado” no cenário..
 

O segundo em que houve silêncio

David Pinzer

Um fotógrafo alemão, David Pinzer, ganhou um prémio com esta imagem da urbanização empilhada de Kalimpong, na Índia. O título é “Blue Hour” e talvez seja o azul natural do fim do dia, cortado pelo amarelo da luz artificial da rua da esquerda que fazem o segredo desta composição… Até parece um local pacífico… Até nos esquecemos que, dentro daquelas casas, vive gente e mais gente e mais gente.

Agora querem
que o pecado seja uma coisa bonita!

Alessandro Bavari
Sodoma e Gomorra é vista assim por Alessandro Bavari, um italiano nascido em 1963 que desde que começou a misturar fotografia, técnicas de manipulação digital e pintura, desatou a coleccionar prémios internacionais. Esta fotografia é a primeira de uma série dedicada às cidades do pecado que o Deus do Velho Testamento exterminou e pode ser vista aqui.

Quero rir com este peso tão leve

Vanessa Muñoz

Vanessa Muñoz é uma fotógrafa residente em Inglaterra mas que, parece ( o site dela pouco diz sobre ela própria) terá nascido ou terá ascendência mexicana. E isso é importante? Não. O que é importante nesta fotografia são as saudades que ela me atira dos tempos em que brincava com balões.

Uma correria infinita pelo deserto infinito

Ben Taher

Não sei o que Ben Taher, o autor desta fotografia que assim se identifica no Flicr, pensa do filme Lawrence da Arábia. Ele é libanês, conhece o deserto e tem um contacto relativamente frequente com as tribos tuaregues. Talvez, por isso, ache o clássico cinematográfico do inglês David Lean uma mera visão folclórica e colonialista da cultura e modo de vida desta gente. Ou talvez não. O que tenho a certeza é que este fotógrafo amador encheria as medidas de Lean (ou deixá-lo-ia a roer-se de inveja) pois, tal como ele, manufactura o pó, a luz, as linhas da areia, o horizonte, o sol, os cavalos e as pessoas para nos atirar à cara uma esmagadora emoção estética. Veja mais neste endereço. O nome desta fotografia é “The Hooves of the Horses”.

Eu queria que o branco fosse puro


Marta Ferreira ganhou um prémio com esta fotografia, atribuído pela revista "Digital Photographer". É habitual fotógrafa oficial dos espectáculos de La Feria. O seu site pode ser visto aqui... Porque será que as mulheres têm tanto fascínio pelos véus brancos?

Há aqui qualquer coisa que nos separa

 Sator Arepo

Rafael Elias apresenta-se no Flicr como Sator Arepo (clique no nome para o visitar). Nasceu em Barcelona e vive em Lérida. O título que ele deu a esta fotografia pode traduzir-se desta forma: “Um caso sério de distância”. E, de facto,  é. Pelo menos entre estes dois passageiros do metro de Budapeste, Hungria. E entre eles e o fotógrafo catalão que os registou. E entre todos eles e o cartaz que, por cima das suas cabeças, traz uma referência a um mito da história da fotografia: Robert Capa.

Consegui o cromo mais difícil

Quando era miúdo e sonhava que um dia seria jornalista, fazia uma colecção, que não era de cromos da bola, como a dos meus amigos, mas podia ser: gravava mentalmente o estilo e a técnica dos jornalistas de que mais gostava – da TV, da rádio, da escrita – para, um dia, ser como eles. Para cada uma dessas vedetas ficava um retrato mental – o tal que podia muito bem ser um cromo coleccionável – que tanto podia ser a cara, como a voz, como uma frase memorável. 


Carlos Pinto Coelho fazia parte dessa minha colecção de cromos privada. Primeiro por causa da rádio e dos noticiários que ele comandava nas manhãs da, penso, Rádio Comercial. Aquilo era uma revelação: então o noticiário de rádio podia durar 10 minutos ou mais e ter depoimentos, reportagens, entrevistas, curtos debates, notícias sobre tudo? Então um noticiário de rádio não era, simplesmente, um senhor que se punha a ler durante uma data de tempo, com voz oficiosa e engravatada, coisas sem interesse algum? Pouco tempo depois gravo na memória outra revelação: Carlos Pinto Coelho era pivô de telejornal e... punha paixão em cada notícia. Foi tão marcante que deu “boneco” de Herman José, o que é consagração maior do que ganhar um Globo de Ouro. Já era eu jornalista e um dia vejo-o no “Acontece”. Pois, outra revelação: um programa de informação cultural que ao longo dos anos moldou este país – foi mais influente que muitos ministros da Cultura – apenas por ter um segredo: não ser chato. 


Tive sorte e um dia acabei por conhecer esse cromo. E calhou que, hoje, pudesse publicar fotografias suas (é o seu hobbi) tiradas em Nova Orleães, de locais que já não existem, antes do furacão Katrina, no dia em que a América declarou guerra ao Iraque. É um favor que ele me está a fazer, só para dar prazer aos leitores do 24horas. Estou, portanto, feliz que nem um cuco... E até me sinto mais crescidinho. 
in 24horas, 17 de Setembro de 2005

O mundo fantástico
de Mattijn Franssen

Este holandês é um artista polivalente que faz fotomontagens. Mistura fotografia, pintura a óleo, colagens e ilustrações. Também é músico. O ambiente geral é um bocadinho "Senhor dos Anéis", mas não deixa de ser tecnicamente espantoso. Veja aqui, na sua homepage, ou uma galeria no flickr.