Ele acha que sem uma descida generalizada de ordenados o País não se safa. Ele garante ser disparatado subir o salário mínimo pois isso prejudica os pobres, os trabalhadores menos qualificados, enviados dessa forma para um despedimento certo. Ele não acredita no Estado. Contraditoriamente, ele acha que o Estado deve pagar aos pais para ficarem em casa alguns anos a cuidar dos filhos.
Ele acusa Portugal de ter desperdiçado dinheiro em consumo fútil. Ele atira-se ao Tribunal Constitucional por fazer política. Ele ataca os sindicatos dos médicos, dos juízes e dos professores com um nome crismado de pecado: corporações. Ele acusa a maior parte dos pensionistas que protesta de estar a fingir ser pobre.