Quatro mãos
numa única guitarra (I)

O Tico Tico no Fubá, um clássico da música popular brasileira (Zequinha de Abreu), é aqui interpretado em forma de espectacular número de circo. Trata-se do Duo Siqueira Lima - a fazer circo, é verdade, mas sem deixar de nos dar espantosa boa música. Repare como ela, Cecilia Siqueira, se diverte!



Esta exibição ocorreu durante o último "Brazilian Music Institute" , em Gainesville, Florida, EUA, que é organizado e promovido anualmente durante o mês de Maio pelo professor e músico brasileiro Welson Tremura, que pode ser encontrado aqui.

Se quiser pode ver o Duo Siqueira Lima a tocar Fuga Pro Nordeste, de Dominguinhos, de uma forma convencional: Duas guitarras dedilhadas, cada uma, por duas mãos. O arranjo, tal como no "Tico Tico...", é de Fernando Lima, o elemento masculino do duo. O site deles pode ser visto aqui




Ai este vício chamado futebol!

O jogo de futebol é mágico. É o bailado mais divertido e belo alguma vez inventado pela humanidade. O problema é que o êxito do jogo criou um mundo de negócio onde o bailado não interessa para nada, o que importa mesmo é dar bailinho aos outros e sacar milhões a todo o custo.

Aliás, quando oiço ou leio notícias sobre os negócios do futebol não consigo evitar uma sensação de nó no estômago. Por um lado, parece que caio repentinamente na antiga Roma no meio de uma discussão entre mercadores de escravos gladiadores: “O nosso homem vale x milhões” ou “não vendemos fulano por menos do que o comprámos” ou ainda “trocamos este belo atleta por dois dos teus”. Só falta mesmo examinarem-lhes, ao vivo, a musculatura, a branquidão dos dentes e o estado dos órgãos sexuais.


Por outro lado, fico com a sensação de ter caído no meio de um negócio ilegal, tão elevados são os lucros: um investimento num miúdo de 14 anos, pago a uns 100 ou 200 contos por mês mais a escolaridade obrigatória, pode transformar-se, em quatro ou cinco anos, num lucro de um ou dois milhões de contos. Tenho cá a impressão que nem a droga dá estas margens de lucro! Aliás, ouvir os homens de fato e gravata do futebol, escutando a facilidade com que se chamam uns aos outros de "gangsters" ou “bandidos”,  aumenta-me o pânico.


O evoluir racional da civilização só poderia levar a um desfecho: o fim do negócio do futebol. Não é isso que está a acontecer. Porquê? Porque a beleza do jogo nos envenena, nos vicia e, como todos os dependentes, nada queremos saber, desde que nos satisfaçam o vício. Eu já estou à espera do campeonato.
in 24horas, 16 de Julho de 2005

Estudante de minissaia insultada
pelos colegas na Faculdade

A notícia é esta: uma estudante causou um tumulto numa faculdade em São Bernardo do Campo (Grande São Paulo) por aparecer na escola de minissaia.
A jovem ouviu insultos de centenas de alunos da faculdade e teve de se esconder, até sair protegida pela Polícia Militar, enquanto ouvia os futuros doutores, convertidos em turba ululante, a gritar "puta!, puta!". É inacreditável!


A guerra suja da Apple

Os adeptos dos MAC adoram estes anuncios - e alinham, com apaixonada militância, na mentira mitológica de que os seus aparelhos não têm problemas!


Controlo de Natalidade



A Newsweek pôs em linha um diaporama que explica a evolução do controlo de natalidade através dos tempos. A história vai desde os primórdios dos preservativos, no Antigo Egipto, até à pílula abortiva. Parece que as primeiras tentativas de ter sexo sem fazer meninos passaram por Aristóteles, que recomendava o azeite como espermicida. A Newsweek não esclarece se Nicómano, o filho do grande filósofo grego, é resultado do falhanço desta receita...  Veja aqui.

Azar para o Windows 7

Na televisão japonesa foi uma barraca...


O que é a liberdade de expressão?

Este é um anúncio feito a propósito da reforma do sistema de Saúde que Obama tenta concretizar nos Estados Unidos da América. Dizem os seus defensores que ele está a ser atacado pelos lobbys das companhias de seguros e da indústria farmacêutica, o que distorce o sentido da vontade do cidadão comum... Não sei se estes defensores de Obama  validariam a tese deste video caso os tais lobbys apoiassem o presidente norte-americano (ah!, é verdade, e o também Prémio Nobel da Paz)...


A vingança de Maitê Proença

Parece de propósito: Depois do escândalo ridículo com o video da actriz brasileira, Maitê Proença,a gozar com Portugal, aparece na TV brasileira um aliado dos portugueses... mas com aliados destes ninguém precisa de inimigos!



O video posterior a que este senhor se refere é o de uma notícia da TVI sobre a Gripe A onde especialistas defendem que ela matará menos que a gripe sazonal. Pode ser visto aqui.

Doses extra de riqueza

A todos nós alguém deve ter dito um dia que “o dinheiro não traz felicidade”. É verdade. Mas o irritante da frase está no facto de, ao longo do tempo, nos apercebermos de que mesmo para ultrapassar na vida momentos de sofrimento é óbvio que o dinheiro ajuda.


moral associada à frase “o dinheiro não traz felicidade” acaba, portanto, por nos causar repulsa e a tendência é azedarmos o espírito ao ponto de olharmos para eles, os ricos, como os privilegiados de todas as sortes – as materiais e as outras que nos são tão difíceis de conquistar e manter: por exemplo, saúde, amor e um pouco de prazer.


Ouvimos e lemos que “o dinheiro não traz felicidade”: e o que tiramos daí? Que eles, os ricos, não merecem um olhar de compaixão ou de piedade. Que eles, os ricos, são o alvo merecido de toda a nossa inveja. Que eles, os ricos, não deviam ser aquilo que são: ricos. Sim, confessemos lá, cada um de nós pensa assim: “quem merecia ser rico era eu!”.


Eu acho que há ricos a mais no mundo. Mas também acho que há poucas pessoas grandiosas. Depois de investigarmos algumas histórias de tragédias pessoais que envolveram alguns ricos conhecidos, garanto o seguinte: essas pessoas, mesmo se não fossem ricas, seriam na mesma grandes pessoas.


riqueza no mundo deveria ser melhor repartida. Eu e você, caro leitor, merecíamos certamente ter mais e alguém devia tratar disso. Mas também deveria haver um distribuidor universal e justo de carácter, coragem e criatividade. Eu e você, caro leitor, se calhar acabaríamos também por levar umas doses.
in 24horas, 28 de Junho de 2005

Family Guy promove Windows 7

Eis a série Family Guy a promover o Windows 7... É assim que se fazem fortunas hoje em dia - a irreverência passou a ser uma conformista e eficaz arma comercial.


Os irónicos benefícios do stresse

As pessoas stressadas são as mais felizes. Atenção, que me estou a referir ao significado que normalmente damos à palavra e não ao seu estrito sentido médico-científico. Quando dizemos que “aquele tipo é um stressado” não estamos a pensar em alguém que, sujeito a condições extremas e antagónicas, entra num processo de exaustão que o pode levar à morte.

Aliás, creio que ninguém admite mortes por stresse. Preferimos culpar o coração, o tabaco, a vida sedentária, a má alimentação ou outra coisa qualquer. Morrer por stresse é algo que nos parece antinatural, é uma morte só admissível para os fracos de espírito. Morrer por stresse culpa o morto, é uma espécie de suicídio...

E por que é que temos tantas reservas em admitir mortes por stresse? Por que pensamos, no nosso íntimo, que as pessoas stressadas são, de facto, mais felizes.

Esses queridos tontos apoplécticos, que se enervam, que estão num permanente estado de exaltação, que se excitam com o trabalho, que parecem permanentemente apaixonados pela vida, que lutam por objectivos como se a vida do planeta dependesse deles, esses queridos tontos, repito, que estão numa correria incessante, são mais felizes que os outros, não tenham dúvidas.

Eles não param para perguntar se alguma coisa à sua volta não faz sentido. Eles não param para ver se alguém ao seu lado precisa de uma mãozinha. Eles não param para se verem ao espelho, à procura de rugas. Eles não param, logo existem. E quando param, desligam, totalmente, e pronto, continuam felizes. O stresse é uma bênção de ignorância.
in 24horas, 14 de Maio de 2005

Quarantino ao barulho

Apanhei este "mix" com base em cenas e sons do filme Pulp Fiction, de Quentin Tarantino. Está óptimo. Não sei quem é o autor...


O enorme problema de ser gigante

O Jorge, aos 16 anos, media 1 metro e 96 e era um óptimo desportista. Jogava basquete e, por influência do pai que foi um campeão no Sporting, ténis de mesa. Ninguém gozava muito com a altura do Jorge, porque se lhe passava pela cabeça aviar duas bolachas na cara de alguém, com as suas enormes mas ligeiras manápulas, o caso dava direito a ida ao hospital. Mas o Jorge era uma jóia de tipo e nunca me lembro de o ver usar o corpo para ameaçar alguém. Ficámos tão amigos que um dia, apesar da minha notória falta de aptidão, ele convenceu-me a ir com ele para o basquete, no Clube Nacional de Natação, onde fiz uma carreira vergonhosa e anedótica.


Certa noite, após um treino que correra mal e nos valera um valente puxão de orelhas do treinador, íamos os dois irritadíssimos por um estreito passeio de uma viela do bairro da Ajuda. Vagarosamente, entre insultos ao homem que nos humilhara frente ao resto da equipa e a admissão das azelhices que tínhamos feito, discutíamos algo grave e sério: valia ou não valia a pena continuarmos no basquete?


Uma velhota vestida de negro, cabelo branco, carrapito, um respeitável bigode e metro e meio de altura seguia atrás de nós e tentava, de vez em quando, ultrapassar-nos: “Com licença! Com licença!”, apelava, repetidamente. O Jorge, distraído lá nas alturas, vira-se, de repente, para trás e atira: “Ó minha senhora, passe por cima!”. Ela, frágil e com o olhar ao nível do joelho dele, levanta o narizito, devagar, até encostar completamente a nuca às costas. Fixa-o e pergunta: “Como!?”. O Jorge cora, pára de caminhar, afasta-se e deixa-a passar. “Sabes”, disse, pouco depois, para mim, “o melhor é continuar no basquete, que lá ao menos não tenho vertigens a falar com pessoas”.
in 24horas, 7 de Maio de 2005

O barbeiro e as orelhas a arder


Como se pode ver na fotografia ao lado, cortar o cabelo não é um dos meus passatempos favoritos. Mas como ele não pára mesmo de crescer, lá acabo por ir ao barbeiro, não vá um polícia suspeitar do meu ar indigente e levar-me preso por vadiagem.

Certamente o caro leitor já reparou que eu sou dos antigos e escrevo “barbeiro”. Sim, acho essa moda dos “cabeleireiros de homens” uma tendência efeminada. E os “unissexo” apavoram-me. Para mim cortar o cabelo significa entrar num salão verde com cadeiras rijas, tesouras cantantes, navalhas assassinas, pincéis grossos amarelados, caras cheias de espuma, after shave Pitralon, fumo de tabaco, ventoinhas no tecto, cabelos mortos no chão, esquentadores que não funcionam, lavatórios rachados, uma dezena de homens a conversar sobre bola e uma falsa loura de meia idade a limar as unhas dos vaidosos endinheirados.

Tudo isto já não há, mas é assim que na minha cabeça tudo continua a ser: não consigo ultrapassar o imaginário que me ficou, de miúdo, quando o meu pai me levava a cortar o cabelo “à Nova Iorque”, fosse lá o que ele queria dizer com isso. Sei que me sentavam, atavam-me com força uma toalha enorme em volta do pescoço e proibiam-me de mexer a cabeça ou, então, estraçalhavam-me as orelhas.

Portanto, hoje, apesar de os estofos serem de cabedal, de o ambiente estar climatizado, de o champô chamar-se Pantene e de as louras terem 20 anos, continuo a ir ao barbeiro “cortar o cabelo à Nova Iorque”, cheio de medo que me firam as orelhas. Lá fico, quietito durante meia hora, à espera que o suplício acabe. Pago e durante todo o dia passo a mão pela cabeça a tentar encobrir o crime cometido pelas tesouras e navalhas endiabradas do carrasco do coiffeur. Conclusão: é para mim totalmente irrealizável fazer do meu barbeiro um confidente ou veículo da minha coscuvilhice – como seria isso possível quando são as minhas orelhas que correm o risco de ficar a arder?
in 24horas, 7 de Janeiro de 2006

Quem quer ensinar-me?

Este anuncio, numa página de classificados de um jornal ribatejano, enterneceu-me.


A maioria de nós deseja, mesmo, aprender, não ficar de fora.
in "O Mirante", 22 de Outubro de 2009

À espera da inauguração

Continuo a tarefa, nos tempos livres, de colocar aqui textos que escrevi no 24horas, jornal onde trabalhei desde o ano 2000 até Agosto passado e onde escrevi, no mínimo, três vezes por semana. Infelizmente, o arquivo digital do jornal, que me permite transferir com facilidade esses textos, só alcança o ano de 2005, pelo que me limitarei a esse espaço de tempo.
Quando tiver o blogue já bem alimentado de textos meus - o que permitirá ao eventual leitor poder fazer uma avaliação correcta daquilo que pode esperar -  tratarei de o inaugurar oficialmente, divulgando-o e anunciando o tipo de textos, sons e imagens que passarei a "postar" neste "Abafado" - um serviço de ar condicionado...

Colégio Militar

A acusação do Ministério Público a oito alunos do Colégio Militar sobre alegados actos violentos praticados sobre alunos mais novos, em 2007 e 2008, confirma a manchete na altura feita pelo 24horas, assinada pela jornalista Sónia Simões (agora jornalista do Diário de Notícias) que nos valeu, a ela e a mim enquanto director do jornal, uma enorme carga de chatices. A pressão para darmos o dito por não dito incluiu desmentidos formais, publicação de direitos de resposta insultuosos, inúmeras ameaças telefónicas, por carta e por email (incluindo ameaças físicas) e anúncios de processos  judiciais.
Mas o que mais me preocupa nessa história é a evidente hipocrisia com que os responsáveis militares falam do assunto, o que só se vira contra o prestígio da instituição que representam. É lamentável e não faz bem ao País, que ainda vê nos nossos militares gente que representa algo de digno e respeitável.

Oito ex-alunos acusados de maus tratos a colegas

Saramago

Está por aí um reboliço por causa de Saramago e da sua declaração de fé no ateísmo. Ao ver e ao ouvir o que ele diz, com rosto e voz de fragilidade que, inevitavelmente, profetizam o encontro com a morte, pergunto-me: Como é que alguém pode sentir-se indignado por palavras que, afinal, repetem só o sentido que Saramago encontrou para a sua própria existência? Como lhe podem exigir, agora, uma outra vida que não esta que ele teve e tem, onde Deus e o diabo foram e são, apenas e unicamente, o Homem?


Reportagem de Pedro Coelho/SIC

Explicações (II)

Parece-me que concluí a construção do blogue.
Usei apenas programas gratuitos, a partir de um modelo do Blogger, que fui alterando com as ferramentas que este alojador de blogues possui e com pedaços de código e mini-aplicações que fui "pescando" através de pesquisas no Google.

Alojei sons no mypodcast , imagens da estrutura desta página no Photobucket e videos no YouTube para serem ouvidos e vistos a partir do blogue.

Tive inúmeros problemas para fazer a barra de menus, pois ela aparecia com aspectos e tamanhos diferentes conforme a resolução e o browser utilizados. Acabei por conseguir fazer essa parte simulando uma mensagem aqui no Blogger, com o desenho que pretendia e, depois, copiei o código html para uma mini-aplicação de texto, que coloquei por debaixo da fotografia do topo da página. Simples e bom. Para fazer os sons e os filmes usei o Windows Movie Maker, que vem com o Windows XP e com o Windows Vista, editores de som dos respectivos sistemas operativos e um pacote gratuito disponível na Internet na AVS
Para ouvir os vários episódios audio deste blogue, para serem acompanhados no iTunes e daí ser possível passá-los para o iPod ou para o iPhone, basta clicar aqui (só funciona se tiver o iTunes, que é gratuito, instalado no computador. Para isso basta clicar aqui).

Para criar chamadas de atenção no final das mensagens para artigos relacionados, estou a usar o LinkWithin.
Usei ainda o Snap Shots para ter uma visualização rápida, antes de fazer um clique com o rato, do conteúdo dos links para outros sites e blogues que "linkei" na minha página.

Para gerar feeds que alimentam a informação do iTunes e de outras aplicações, dando possibilidade a todos os que quiserem subscrever o meu blogue de serem avisados das actualizações, usei o feedburner. Se quiser ser assinante de um destes feeds, clique aqui ou copie este endereço -  http://feeds.feedburner.com/Abafado - para o seu leitor de feeds.

Tudo isto ficou concluído em seis dias.

Pronto. Agora vou pensar como farei a inauguração a sério...

O Jornal e a Música da Nossa Vida (agora com imagens)

Depois de experimentar um podcast com feeds para o iTunes e um reprodutor de mp3 inserido no post anterior, resolvi ver como é que isto ficava com imagens. Uma gloriosa produção Windows Movie Maker e You Tube. Disponível em qualquer computador…


O Jornal e a Música da Nossa Vida (piloto)

Oiça o episódio piloto de uma proposta que está na TSF. Aqui se prova que Hitler, Spike Jones, mamas de silicone e o Pato Donald podem fazer parte de uma conversa com menos de cinco minutos.

Sobressalto

José Sócrates anunciou que vai constituir um Governo minoritário. E, ao responder aos jornalistas sobre se esse Governo é para durar quatro anos, foi dizendo que os portugueses não querem que esta legislatura seja "irres..." e depois, num ligeiro sobressalto, emendou para "interrompida"...
Eu não me habituo a este Sócrates dialogante. E ele também não.

Explicações (I)

O BLOGUE AINDA NÃO ESTÁ PRONTO. É raro, por isso, escrever nele. Estou, apenas, a fazer algumas experiências gráficas e de tipo de conteúdo que irei colocar aqui.
Nesta minha estreia em blogues estou a aproveitar para colocar online alguns textos escritos enquanto estive no jornal 24horas. Sempre serve para arquivo e para fazer testes... e é menos pretensioso do que publicar um livro de crónicas.

Quem é o Tadeu?



Jornalista desde 1983, nascido em 1963

  • Quadro da Global Notícias, do Global Media Group (ex Controlinveste)
  • Criador e editor de "Quociente de Inteligência", suplemento cultural do Diário de Notícias (desde Setembro de 2011 a Setembro de 2014)
  • Subdirector do Diário de Notícias (desde Setembro de 2010 a Setembro de 2014)
  • Director da agência de fotografia Global Imagens (desde Fevereiro de 2010)
  • Director do jornal 24horas desde Fevereiro de 2003 até Agosto de 2009
  • Editor Executivo do jornal 24horas (2002)
  • Gestor da empresa de comunicação social e multimédia, "Escrita Particular". (2001 a 2007)
  • Chefe de Redacção-Adjunto do jornal 24horas (2001)
  • Coordenador do suplemento de informática 24bits, publicado no jornal 24horas (2000 a 2003)
  • Subchefe de Redacção do jornal 24horas (2000 a 2001).
  • Editor do suplemento de informática Info&Net do jornal A Capital (1999).
  • Editor Executivo de A Capital (1999).
  • Chefe de Redacção de A Capital (1996/1999).
  • Jornalista do "Avante!" (1987/1996).
  • Colaborador da organização da Festa do "Avante!" (1985/1998).
  • Realizador e apresentador de programas de rádio entre 1983 e 1996 (Telefonia de Lisboa, Rádio Minuto e Rádio Horizonte Tejo).
  • Colaborador do pelouro dos espectáculos do Lisboa 94.
  • Professor do ensino secundário da disciplina de Tecnologias de Informação (1994/1996).
  • Colaborador das secções de cultura e espectáculos dos jornais Europeu, Se7e, Diário de Lisboa (1984/1992)

Outros Blogues

Comecei esta lista copiando primeiro a que está feita no blogue "o tempo das cerejas" de Vítor Dias, que me pareceu interessante. Já acrescentei e retirei alguns links e, com o tempo, vou modificando e adaptando este conteúdo ao meu gosto pessoal.

25 Centímetros de Neve
A arte da Fuga
A Cidade Surpreendente
A Destreza das Dúvidas
A natureza do mal
A vez do peão
Arrastão
O diário.info